segunda-feira, 7 de julho de 2014

Para a Lua e de Volta ( to the moon and back )

                                 



Quem pode imaginar que uma vida pode ser tão vazia e ao mesmo tempo tão cheia de esperança? Pois é, nesse mesmo momento deixo o meu cabelo voar no vento. Reclamar e gritar não vai servir para nada, absolutamente nada. Como uma canção aleatória que ouvi disse: to the moon and back. É dessa forma que me sinto. Poderia ir para a Lua e voltar, simplesmente com a minha imaginação. Mas isso é pouco. Muito pouco.

Estou cansada de ter de criar as minhas próprias linhas, preciso de linhas reais e sólidas, afinal, tudo que é sólido pode derreter. A VIDA NÃO é exata como a matemática, não basta achar o ponto médio e resolver o problema. O começo é um tédio, o meio...Bem, o meio é só uma parte confusa, uma caixinha de surpresas, talvez até seja um presente de grego (porém, todos torcemos que não). Agora o futuro é só o início do início, ele é o que vai ser daqui alguns segundos, e novamente será daqui alguns anos ou décadas. Eu anseio por todos terríveis, longos e curtos futuros que reservam ou eu crio (sinceramente, não acredito em destino ou talvez sim, fico no beneficio da dúvida se assim for melhor). Contudo, nada muda. NADA. Ou talvez essas mudanças não sejam suficientes para mim, é, eu acho que é isso.

Essa não mudança me faz pensar em seis coisas impossíveis, que nem naquela versão de Alice do Tim Burton. Ser uma personagem do seu livro preferido por um dia, está em Texas agora, ficar rica da noite para o dia, materializar com a mente, ser o próximo gênio, plantar uma árvore de bala de goma, adquirir um dom especial. Tudo isso poderia se realizar, mas cá entre nós, somos já crescidos e sabemos que são coisas que nunca iriam acontecer. Nunca?

Okay, nunca não existe no meu vocabulário. Para ser sincera, eu uso sim essa palavra, porém, para designar coisas ruins e aleatórias na minha vida. Nunca vou fazer isso, pois isso nunca vai me fazer bem. Mas o nunca é algo um pouco "sério" para se definir uma vida inteira. Estamos sujeitos ao inesperado, talvez ao imprevisível. E se isso for uma desculpa ou não, a única coisa que sei é que me faz ter esperança (aliás, as vezes, acho que esse seja um dos sentimentos que acredito que exista mesmo). Eu continuo a ter esperança, continuo a ter vida.

Abraço o impossível e se for possível, fiquei com vontade de usar esse trocadilho, faço uma viajem na Lua e volto. É claro que volto. Sempre vou esperar por mudanças e surpresas, já que por mais que a realidade seja ruim, eu ainda tenho um bem precioso...que é a vida. E depois dessa declaração, até me arrisco de usar um clichê. Professores e amantes do Português que me desculpem, mas no meu mundo "o céu é o limite".

Espero que tenha gostado. Deixe um comentário que eu vou retribuir a visita com certeza. Até mais!


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